Por mais que as coisas pareçam ruins, por mais que elas estejam e continuem ruins, não consigo deixar de acreditar em finais felizes. A esperança e o amor guiam meus batimentos cardíacos.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
domingo, 27 de outubro de 2013
"Não hei de guardar as minhas asas Pois nelas habita meu coração E ele há de voar."
Não,
Não mais me prenderei às suas amarras
Meu coração não pedirá mais permissão.
Essa boca não mais será calada
Por suas imposições vãs,
Não haja como se não soubesse de nada
Você conhecerá o meu "não"
Não hei de aturar mais suas tristes jornadas
Que não me trazem nenhuma solução
E de lágrimas cobriram o caminho.
Não hei de guardar as minhas asas
Pois nelas habita meu coração
E ele há de voar.
Então, não.
Não me venha com suas meias palavras
Não se meta em minha direção,
Não falo apenas de palavras rimadas,
Falo de cada palavra não que jamais disse,
mas agora direi com precisão.
Rimo o "não" com o que quiser,
A maior rima que dele virá é o grito:
Assim, sem omitir,
GRITO NÃO!
Jú Neris
Não mais me prenderei às suas amarras
Meu coração não pedirá mais permissão.
Essa boca não mais será calada
Por suas imposições vãs,
Não haja como se não soubesse de nada
Você conhecerá o meu "não"
Não hei de aturar mais suas tristes jornadas
Que não me trazem nenhuma solução
E de lágrimas cobriram o caminho.
Não hei de guardar as minhas asas
Pois nelas habita meu coração
E ele há de voar.
Então, não.
Não me venha com suas meias palavras
Não se meta em minha direção,
Não falo apenas de palavras rimadas,
Falo de cada palavra não que jamais disse,
mas agora direi com precisão.
Rimo o "não" com o que quiser,
A maior rima que dele virá é o grito:
Assim, sem omitir,
GRITO NÃO!
Jú Neris
sábado, 26 de outubro de 2013
"Faz da lágrima o sangue que nos deixa de pé"
Bom dia, galera! Eu sei que daqui a algumas horas muitos de vocês estão sentados diante de algo que será responsável por parte dos seus futuros. Não, eu não estou falando da prova. Estou falando de vocês mesmos. Independentemente da prova, ao fazer Enem o seu maior inimigo é você. Por isso, de coração, desejo uma boa sorte e força a todos. Sei que conseguem, sei que batalharam em favor disso... e lá, resolvendo a prova, não estarão sozinhos, estarão acompanhados de todos aqueles que amam, pois eles fazem parte de quem vocês se tornaram. Professores, pais, amigos... todos estão com você. Boa sorte, tenham fé em si mesmos.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
domingo, 20 de outubro de 2013
Pedaço perdido
"Esta é a história do círculo no qual faltava um pedaço.
Um grande triângulo lhe fora arrancado. O círculo queria ser inteiro, sem nada faltando, então foi procurar o pedaço perdido. Como estava incompleto e só podia rodar lentamente, admirou as flores ao longo do caminho. Conversou com os insetos. Observou o sol.
Encontrou vários pedaços diferentes, mas nenhum deles servia. Então, deixou-os todos na estrada e continuou a busca.
Certo dia, o círculo encontrou um pedaço que se encaixava nele perfeitamente. Ficou tão feliz! Seria inteiro. Incorporou o pedaço que faltava e começou a rodar. Agora que era um círculo perfeito, podia rodar muito rápido, rápido demais para notar as flores e conversar com os insetos.
Quando percebeu como o mundo parecia diferente ao rodar tão depressa, parou, deixou o pedaço na estrada e foi embora rodando lentamente.
Somos mais inteiros quando sentimos falta de algo.
O homem que tem tudo é, sob certos aspectos, um homem pobre. Nunca saberá o que é ansiar, esperar, nutrir a alma com o sonho de algo melhor. Nunca saberá o que é receber de quem ama algo que sempre quis e nunca teve.
Quando aceitarmos que a imperfeição é parte do ser humano e pudermos, a exemplo do círculo, continuar a rodar pela vida e apreciá-la, teremos adquirido a integridade que todos desejam.
E, finalmente, se formos corajosos o bastante para amar, fortes o bastante para perdoar, generosos para exultar com a felicidade alheia e sábios para perceber que há amor suficiente para todos, então poderemos atingir a plenitude que nenhuma criatura viva atingiu.
Poderemos regressar ao Paraíso."
(Autor Desconhecido) http://sobmalhete.com/2013/10/20/pedaco-perdido/
Um grande triângulo lhe fora arrancado. O círculo queria ser inteiro, sem nada faltando, então foi procurar o pedaço perdido. Como estava incompleto e só podia rodar lentamente, admirou as flores ao longo do caminho. Conversou com os insetos. Observou o sol.
Encontrou vários pedaços diferentes, mas nenhum deles servia. Então, deixou-os todos na estrada e continuou a busca.
Certo dia, o círculo encontrou um pedaço que se encaixava nele perfeitamente. Ficou tão feliz! Seria inteiro. Incorporou o pedaço que faltava e começou a rodar. Agora que era um círculo perfeito, podia rodar muito rápido, rápido demais para notar as flores e conversar com os insetos.
Quando percebeu como o mundo parecia diferente ao rodar tão depressa, parou, deixou o pedaço na estrada e foi embora rodando lentamente.
Somos mais inteiros quando sentimos falta de algo.
O homem que tem tudo é, sob certos aspectos, um homem pobre. Nunca saberá o que é ansiar, esperar, nutrir a alma com o sonho de algo melhor. Nunca saberá o que é receber de quem ama algo que sempre quis e nunca teve.
Quando aceitarmos que a imperfeição é parte do ser humano e pudermos, a exemplo do círculo, continuar a rodar pela vida e apreciá-la, teremos adquirido a integridade que todos desejam.
E, finalmente, se formos corajosos o bastante para amar, fortes o bastante para perdoar, generosos para exultar com a felicidade alheia e sábios para perceber que há amor suficiente para todos, então poderemos atingir a plenitude que nenhuma criatura viva atingiu.
Poderemos regressar ao Paraíso."
(Autor Desconhecido) http://sobmalhete.com/2013/10/20/pedaco-perdido/
Pêndulo...
...na inconstância do seu ser, vai e volta. Oscila entre extremos, vive entre meios, sem fins.
Pêndulo... igual a todos nós
Pêndulo... igual a todos nós
sábado, 19 de outubro de 2013
"Havia tamanha tristeza naquela troca de olhares que seu coração apertou no momento exato em que constatou que aquilo era amor.
Mas havia palavras demais não ditas, silêncios demais, vazios demais entre aqueles dois corações e, mesmo sem conhecer suas velhas histórias, ela sabia que estavam tão machucados que o medo de se machucar novamente tornava tudo mais complicado" Sonhos roubados (algo que estou escrevendo)
Mas havia palavras demais não ditas, silêncios demais, vazios demais entre aqueles dois corações e, mesmo sem conhecer suas velhas histórias, ela sabia que estavam tão machucados que o medo de se machucar novamente tornava tudo mais complicado" Sonhos roubados (algo que estou escrevendo)
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
A uma cara estranha... Gostaria de poder pegar toda a sua dor, embolá-la, condensá-la, diminui-la e jogar n cesto de lixo gritando: CESTA!! como fazemos com folhas de papel usadas. Mas não posso. Sua dor não é daquelas que passam com "Dorflex" ou que colocando um band aind e dando um beijinho saram. Gostaria que fosse, pois assim conseguiria tirá-la do seu coração.
É triste não existir uma fórmula que acabe com a tristeza ou uma receita secreta que cure um coração tão machucado; mas, se servir de consolo, você sempre saberá que tem alguém com quem contar. Posso não poder reduzir sua dor à pó, mas prometo que um dia ela diminuirá ao ponto de - daqui a 20, 30 anos ou 3 minutos - ela se transformar em lembranças gostosas em um fim de tarde tranquilo acompanhado de um café. Dói e vai doer por mais algum tempo, entretanto tudo passa, inclusive a dor.
Por isso, chore todas as lágrimas que estão aí contidas, grite se for necessário, repense suas atitudes, prometa que vai mudar, se esbalde com um balde de 20 litros de sorvete e filmes românticos e depressivos. Viva esse momento que trará duras lições. Mas não faça dele a sua vida. Erga a cabeça, minha criança, e tenha fé de que tudo ficará bem.
Mesmo que não tenha tanta fé em si mesma, tente olhar para si com os meus olhos e lá verá a criatura incrível que é, independentemente da dor que agora turva seus olhos. E se não der certo, terei fé por nós duas e daremos um jeito. ;)
Da sua amiga, Jú.
É triste não existir uma fórmula que acabe com a tristeza ou uma receita secreta que cure um coração tão machucado; mas, se servir de consolo, você sempre saberá que tem alguém com quem contar. Posso não poder reduzir sua dor à pó, mas prometo que um dia ela diminuirá ao ponto de - daqui a 20, 30 anos ou 3 minutos - ela se transformar em lembranças gostosas em um fim de tarde tranquilo acompanhado de um café. Dói e vai doer por mais algum tempo, entretanto tudo passa, inclusive a dor.
Por isso, chore todas as lágrimas que estão aí contidas, grite se for necessário, repense suas atitudes, prometa que vai mudar, se esbalde com um balde de 20 litros de sorvete e filmes românticos e depressivos. Viva esse momento que trará duras lições. Mas não faça dele a sua vida. Erga a cabeça, minha criança, e tenha fé de que tudo ficará bem.
Mesmo que não tenha tanta fé em si mesma, tente olhar para si com os meus olhos e lá verá a criatura incrível que é, independentemente da dor que agora turva seus olhos. E se não der certo, terei fé por nós duas e daremos um jeito. ;)
Da sua amiga, Jú.
domingo, 13 de outubro de 2013
Não solta minha mão...
Sei que erro, faço besteiras, nem sempre digo o que realmente penso. Sei que omito parte de quem sou ou minto quando quero me proteger da dor. Sei que fujo, finjo, mordo, corro, choro ou simplesmente calo com aquele horrível ar de superior. Sei que sou falha, como aquelas montanhas que de longe parecem perfeitas e sólidas, mas de perto percebe-se que têm rachaduras imensas e é inexplicável como conseguem se manter em pé.
Sim, eu sei... mas não solta a minha mão.
Porque não importa o quando imperfeita eu seja, quando tenho minhas mãos entre as suas elas imediatamente se encaixam como se tivessem sido moldadas juntas. Minhas mãos encontram o caminho para o abrigo do meu coração e, sem muitos "comos" ou "porquês", chamo esse lugar de lar.
Então, perdoa os passos errados e segura minha mão, pois não quero ser sem que sejamos juntos, de mãos dadas rumo a infinitude incompreensível chamada de amor.
Não solta minha mão...
Inspirado no texto: http://www.mocadosonho.com/2013/10/nao-solta-da-minha-mao.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+amocadosonho+%28A+mo%C3%A7a+do+sonho%29
Sim, eu sei... mas não solta a minha mão.
Porque não importa o quando imperfeita eu seja, quando tenho minhas mãos entre as suas elas imediatamente se encaixam como se tivessem sido moldadas juntas. Minhas mãos encontram o caminho para o abrigo do meu coração e, sem muitos "comos" ou "porquês", chamo esse lugar de lar.
Então, perdoa os passos errados e segura minha mão, pois não quero ser sem que sejamos juntos, de mãos dadas rumo a infinitude incompreensível chamada de amor.
Não solta minha mão...
Inspirado no texto: http://www.mocadosonho.com/2013/10/nao-solta-da-minha-mao.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+amocadosonho+%28A+mo%C3%A7a+do+sonho%29
terça-feira, 8 de outubro de 2013
“Há um quadro de Klee que se chama Angelus Novus.
Representa um anjo que parece querer afastar-se de algo que ele encara fixamente.
Seus olhos estão escancarados, sua boca dilatada, suas asas abertas.
O anjo da história deve ter esse aspecto. Seu rosto está dirigido para o passado.
Onde nós vemos uma cadeia de acontecimentos, ele vê uma catástrofe única, que acumula incansavelmente ruína sobre ruína e as dispersa a nossos pés.
Ele gostaria de deter-se para acordar os mortos e juntar fragmentos. Mas uma tempestade sopra do paraíso e prende-se em suas asas com tanta força que ele não pode mais fechá-las.
Essa tempestade o impele irresistivelmente para o futuro, ao qual ele vira as costas, enquanto o amontoado de ruínas cresce até o céu. Essa tempestade é o que chamamos de progresso.”
Walter Benjamin - http://chicosimoes.blogspot.com.br/2010/09/walter-benjamin-e-o-anjo-de-paul-klee.html
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Meu Mapa - Por meu anjo
"Quando você inicia uma jornada, no meio do caminho aparecem inúmeras adversidades, elas te mudam e te levam à uma nova trajetória. Mas depois de certo tempo, ao analisar o que foi percorrido e o que virá, não sabemos para onde ir - nos perdemos. Isso não é o fim, apenas faz parte do processo. Afinal, pra se encontrar é preciso se questionar e quem sabe aonde está indo nunca se indaga. Eu não tenho anotado quantas vezes procurei o caminho de volta ou desafiei o futuro tentando achar a linha de chegada, mas te garanto que foram muitas. Decidi olhar o presente e parar de alimentar meus arrependimentos e ansiedades. Digo, de que vale olhar para trás e morrer antes de receber o tiro? Comecei a me buscar. “Eu estou onde quero estar? Eu sou quem eu queria ser?” Não sei, mas se tem uma coisa na qual estou disposto a fazer é essa: desvendar meus mapas, me descobrir e ir abrigar o que carrego de melhor. Às vezes, se perder é a melhor saída." Paulo Justiniano (http://paulojustiniano.tumblr.com/)
A internacional: o hino dos oprimidos
De pé, famélicos da terra
Da ideia a chama já consome
A crosta bruta que a soterra
Cortai o mal bem pelo fundo
De pé, de pé, não mais senhores
Se nada somos em tal mundo
Sejamos tudo, ó produtores
Bem unidos façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
Senhores, Patrões, chefes supremos
Nada esperamos de nenhum
Sejamos nós que conquistemos
A terra mãe livre e comum
Para não ter protestos vãos
Para sair desse antro estreito
Façamos nós por nossas mãos
Tudo o que a nós nos diz respeito
Bem unidos façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
O crime de rico, a lei o cobre
O Estado esmaga o oprimido
Não há direitos para o pobre
Ao rico tudo é permitido
À opressão não mais sujeitos
Somos iguais todos os seres
Não mais deveres sem direitos
Não mais direitos sem deveres
Bem unidos façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
Abomináveis na grandeza
Os reis da mina e da fornalha
Edificaram a riqueza
Sobre o suor de quem trabalha
Todo o produto de quem sua
A corja rica o recolheu
Querendo que ela o restitua
O povo só quer o que é seu
Bem unidos façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
Nós fomos de fumo embriagados
Paz entre nós, guerra aos senhores
Façamos greve de soldados
Somos irmãos, trabalhadores
Se a raça vil, cheia de galas
Nos quer à força canibais
Logo verás que as nossas balas
São para os nossos generais
Bem unidos façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
Pois somos do povo os ativos
Trabalhador forte e fecundo
Pertence a Terra aos produtivos
Ó parasitas deixai o mundo
Ó parasitas que te nutres
Do nosso sangue a gotejar
Se nos faltarem os abutres
Não deixa o sol de fulgurar
Bem unidos façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional"
sábado, 5 de outubro de 2013
Não importa o quanto se considere forte, o quanto pense que entende do mundo e da vida. Não importa o quanto seja maduro, responsável ou prudente, há coisas que simplesmente fogem ao nosso controle. Elas vêm quando não são esperadas e quando entram em ações são como um trem que vai de encontro ao nosso peito sem que percebamos. De início, ficamos atordoados sem saber o que realmente nos atingiu, mas gradativamente nos damos conta do que houve e, sem ar, tentamos reagir.
Creio ser da natureza humana tentar manter o controle o tentar todo, lutar para se distanciar de palavras como "destino" e "acidentes", tentar sentir que suas escolhas vão definir tudo, que temos a rédea de nossas vidas. E temos, mas esquecemos que a estrada percorrida pode ter obstáculos e surpresas. Como diria um amigo "A vida é isso"(rs).
Creio ser da natureza humana tentar manter o controle o tentar todo, lutar para se distanciar de palavras como "destino" e "acidentes", tentar sentir que suas escolhas vão definir tudo, que temos a rédea de nossas vidas. E temos, mas esquecemos que a estrada percorrida pode ter obstáculos e surpresas. Como diria um amigo "A vida é isso"(rs).
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
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