segunda-feira, 29 de julho de 2013

Tenha santa paciência

Quer saber de uma coisa? Gosta de mim? Que bom. Não gosta? Está no seu direito, mas poxa... deveria procurar algo mais interessante com o que ocupar o tempo. Fazer mal aos outros não lhe engrandece em nada. Não te faz parecer mais forte, ou mais bonito, ou mais inteligente, ou mais humano.
Raiva só faz mal a quem sente.
Sabe qual a melhor cura para esse mal? Escolher não sentir, cobrir-se com sentimentos bons. 
Chega de mesquinhez, de mi mi mis... somos melhores do que isso.
Ou, pelo menos, eu quero crer nisso.

sábado, 20 de julho de 2013

Sobre o dia do amigo...

Caros estranhos...

Segundo Aristóteles, amizade são dois corpos habitando uma única alma. Sim, ser amigo estar presente na ausência, é chorar as lágrimas do outro, é dedicar-se e amar a espera unicamente de um sorriso. Amizade é o amor... e, como tal, foge a definições.
Hoje é Dia do Amigo... nada mais que uma convenção social, como Dia das Mães, da Mulher, de Pais, da Criança... não torna amizades mais verdadeiras ou faz com que durem mais. É só mais um dia. É por isso que é especial. É um dia das nossas vidas que podemos usar para mostrar àqueles que amamos o que sentimos.
Não adianta dizer "Feliz Dia do Amigo" hoje e não SER um bom amigo, não fazer valer aquilo que diz. 
Amizade é muito mais do que postagens no face ou no twitter, amizade são lágrimas, risos, silêncios, companheirismo, certezas e dúvidas. Momentos que compartilhamos com pessoas tão especiais que fizeram deles eternos.
Amizade não é só gritar ao mundo um "Feliz Dia do Amigo". É sussurrar ao pé do ouvido "Sempre estarei com você" e estar das mais diversas formas...


sexta-feira, 19 de julho de 2013

A Terra vista do céu.

Meus caros estranhos,

"A Terra vista do céu" é um exposição do fotógrafo e ambientalista francês Yann Arthus-Bertrand que em breve estará em Belo Horizonte. Ela mostra lindas regiões do mundo e a interação do homem com a natureza sob uma nova ótica.
Quem tiver interesse pode ser mais sobre ela nesse link e curtir um pouco as belas imagens: http://terravistadoceu.com/sobre-a-exposicao/.

Recomendo.

                             

quinta-feira, 18 de julho de 2013

sábado, 13 de julho de 2013

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Amizades e silêncios

Você muitas vezes surge do nada, mas, no fundo, sempre esteve aqui. Nas brigas, nas conversas, nas minhas opiniões tão bem formadas e contestadas por você. Está em cada passo que dei depois de te conhecer, está em quem sou agora. Você foi aquele que entrou na minha vida do mesmo modo como anda. Devagar, desfilando, chamando a atenção daqueles que sabem ver a beleza, rodeado de certo mistério e vaidades... só te notei quando já estava aqui, fazendo de um dos cantinhos do meu coração sua casa.
Hoje em dia somos nós dois e 6 bilhões de pessoas nesse planetinha, mas somos nós dois. Nem sempre quem nos observa de fora nos vê conversando, rindo o tempo todo ou brincando, muitas vezes nem estamos juntos.
Na verdade, nossa amizade é feita de inúmeros silêncios. Daquele que esconde uma lágrimas ou uma ironia. Daquele que omite o medo ou mesmo o que finge estar tudo bem. Nossa amizade é feita do barulho do vento quando silenciamos nossas bocas e permitimos que o coração fale.
Assim somos, com nossa amizade e silêncio.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Um dia...


...

"Viver cada dia como se fosse o último" - esse era o conselho convencional, mas na verdade quem tinha energia para isso? E se chovesse ou você estivesse de mau humor? Simplesmente não era prático. Era bem melhor tentar ser boa, corajosa, audaciosa e se esforçar ao máximo para fazer a diferença. Não exatamente mudar o mundo, mas um pouquinho ao seu redor" Um dia

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Perdão... 6 letras e um imenso significado

Notícia ruim



Bom dia, Caros Estranhos! É com algum pesar que, por motivo de força maior, estou desativando a página do face "Coração Clandestino". Talvez volte a criá-la daqui há algum tempo, mas no momento, preciso desativá-la. Foi um prazer tê-los comigo até agora e continuarei escrevendo no blog enquanto der. Obrigada pelo companhia e sigamos juntos.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Era uma vez...

Uma menina que acreditava em sonhos, príncipes e princesas, mundos mágicos, pessoas, Papai Noel, fadas e que Peter Pan algum dia apareceria em sua janela para viverem as mais diversas aventuras. Uma menina que sabia o poder das lágrimas, mas buscava entender aquilo que chamavam de amor, mas que ninguém encontrava uma definição. Ela acreditava verdadeiramente que qualquer menina poderia ser uma princesa e, talvez, ela também fosse. Era uma vez uma criança que questionava absolutamente tudo, até os medos, por não entender o motivo deles existirem.
O que houve com ela? Ela cresceu.
Descobriu que a maioria dos príncipes e fadas existem só em livros, mas muitas bruxas e sapos estão soltos no mundo real. Percebeu que talvez Peter Pan tenha perdido a hora e não mais virá, embora a garota crescida não consiga parar de esperar. Ela descobriu que muitas de suas perguntas permanecerão sem resposta, enquanto recebeu a resposta de muitas outras, quando seria melhor que elas não viessem. A garota se tornou uma pessoa explicadinha, querendo que todos entendessem os seus sentimentos, mas só conseguindo demonstrá-los verdadeiramente através de letras que compõem histórias, nas quais cada príncipe, princesa, sapo, mendigo, vilão e bruxa tem algo dela.
Ela percebeu que o mundo pode ser cruel e assustar às vezes, mas é belo, basta procurar a beleza nos lugares e corações certos para, então, encontrá-la. A garota apanhou da vida e teve que crescer mais rápido do que gostaria, mas cresceu.
Uma garota que em breve virará uma mulher, mas não tem muita pressa que isso aconteça...
E continuou sem entender verdadeiramente o que é o amor, mas agora sabe a grande aventura que é senti-lo.
São essas coisas que fazem dela quem é... embora ainda tenha muito a aprender sobre si mesma. Aquela a quem auto-denomina de várias formas: Estranha no Paraíso, Bolinho de Arroz, Coração Clandestino, Jú...
Essa sou eu... que hoje completa 18 anos.


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Só uma teoria...

Isso é pra você. Isso mesmo, você aí sentado confortavelmente na sua cadeira, enquanto lê esse texto. Eu tenho algo a lhe dizer: CORAÇÃO NÃO É PLANTA!
Ele não é um arranjo que você tem na sala da Vida como um enfeite. Você não pode simplesmente podar se ele estiver tomando conta da sua vida ou jogá-lo pela janela com jarro e tudo quando aquele filho-da-mãe estiver saindo de casa. Você não pode pegar um brotinho, regar e deixar no Sol para que ele cresça forte, muito menos pode esperar que o das outras pessoas faça isso. Não espere que o coração viva décadas sem grandes cuidados como um Baobá. Ou que floresça toda semana como algumas roseiras. Também não pode tratar o coração de um outro alguém como uma erva daninha e, no menor incômodo, arrancá-lo pela raiz.
O coração de alguém não é um bibelô ou uma coisinha insignificante. Muitas vezes, o coração é a coisa mais preciosa que temos, e aqueles que não parecem tê-lo são, na verdade, dignos de compaixão.
Cada coração, clandestino ou não, é muito mais do que uma joia rara, é um ser de luz único no Universo. Jamais haverá um igual. Por isso devemos ter cuidado com esses corações que trazemos no peito. Eles são frágeis, por mais que neguemos, sentem dor, choram quando estão tristes e não conseguem ser fortes o tempo todo, amam desesperadamente ou não, mas amam de modo incondicional. Coração não é planta. Plantas são serenas, corações não. Coração não é planta que se leva um corte profundo pode de regenerar, corações se partem ou se ferem e nunca mais se recuperam, dependendo da profundidade da mágoa.
 Então, você aí, cuidado com os corações alheios e o seu próprio. Eles podem ser luzes no fim do túnel de alguém. Não apague algo tão belo, mesmo que as vezes doa manter tão maravilhosa luz.
Coração não é planta, mesmo que tenha que ser amado, cuidado e cultivado como uma.



Ser feliz é simples... difícil mesmo é ser simples

Admito: sou ridícula às vezes, dou risada com coisas sem sentido ou fico séria quando a maioria riria. Mas se ser ridícula significa ser diferente dessa maioria que mal se dá conta de quem é, devo admitir também que ser ridícula me faz feliz e isso ninguém pode me tirar.