terça-feira, 23 de abril de 2013

"Hoje a página completa um ano, mas meu espírito não está para comemorações. Ontem uma vida entre 6 bilhões partiu e tudo me parece um pouco trágico e estranho agora. Vejo sorrisos nos rostos de desconhecidos e é tudo tão anormal que só então percebo que o mundo está alheio a minha dor. Por isso, troco minha animação ocasional pelas lágrimas que derramei em silêncio hoje.
E se você soubesse que hoje é o seu último dia? Quem você abraçaria? Com quem escolheria passar as últimas horas? O que faria ou diria? A quem pediria perdão e quem perdoaria? Depois do choque inicial da notícia de que só lhe resta um dia, você iria ao shopping comprar o que sempre quis ou contaria as estrelas que nunca notou verdadeiramente antes de perceber que, no dia seguinte, elas não mais iluminariam a sua noite?  Choraria as lágrimas que um dia reteve na tentativa de parecer mais forte? Você diria todos os "Eu te amo" que sempre estiveram atravessados em sua garganta? Aproveitaria cada segundo como se fosse o último?
Então diga! Hoje, amanhã, sempre, porque você não sabe até quando terá essa oportunidade. O arrependimento em si já é algo terrível, mas arrepender-se de não ter feito alguém que ama feliz e não poder mais fazê-lo é devastador.
Abrace! Ame! Veja o Sol nascer! Respeite! Trema de frio! Sinta o vento no rosto! Chore! Lute! Vença! Perca! Cresça! Sonhe e realize! Sorria e agradeça pela dádiva de cada novo dia. Demonstre o que sente e verdadeiramente sinta, não espere por um amanhã que talvez nem exista para ser feliz.
Quem sabe, assim, quando chegar a hora de olhar para trás, você perceba que não faria nada diferente e, no fim, a vida pode realmente ser bela.
Por isso, peço que VIVAM!" 22-04-2013



domingo, 21 de abril de 2013

sábado, 20 de abril de 2013

Sentimentos...


Sua morada me é desconhecida, assim como controlá-los. Alguns dizem que habitam o peito, do lado esquerdo para usar de um pouco de precisão, outros creem ser apenas parte do cérebro... só mais uma arma utilizada pela Razão. Não me importa muito, mas dói quando vejo esses pássaros presos, contidos pelas convenções de uma sociedade, pela censura de outras pessoas...
 Pássaros são definidos por sua capacidade de voar, deveriam estar livres. Esses pássaros chamados sentimentos deveriam fazer parte da nossa vida, não serem mantidos trancados em cativeiros por nós mesmos. Justo nós... os que sentem, que deveríamos protegê-los, torná-los parte integrante do que nós somos e não tornamos.
 Por que aprisioná-los? Já que possuem asas, por que não os permitimos voar? Para que mantermos esses mesmos pássaros em diminutos ninhos, apodrecidos, apertados e cheios de solidão? Pássaros que levam consigo a habilidade de amar e espalhar esse sentimento tão bonito. É de nosso dever libertá-los e não simplesmente, ao mesmo tempo que os prendemos, deixá-los a mercê de tanta barbaridade que nos cega e nos afasta do sentimento mais maravilhoso que existe. 
Se permitir amar, é se permitir crescer. Por mais descrentes que esses pássaros estejam, por mais bagunçadas que estejam suas moradias, jamais deixe de acreditar que há de surgir sempre uma oportunidade. Libertem seus pássaros, abram as portas de suas moradias e entreguem-se, transformem seus pássaros em fênix e ressurjam após as decepções e sofrimentos. Porque sentir faz parte do que nós somos e amar é a forma mais prática de buscar a perfeição, devemos então, como diria Drummont, humanamente amar e libertar aquilo que nós temos de melhor.

Por Jú Neris (www.apenasminhasrazoes.blogspot.com e www.carosestranhos.blogspot.com) e Maurício Smith Freire( http://msmithquerunia.blogspot.com.br/ )

Espero que gostem ;)

"Eu tinha medo e ele sempre me fazia mais forte, sempre parte da minha coragem e da minha fé na vida." Novo conto em www.apenasminhasrazoes.blogspot.com !!!

segunda-feira, 15 de abril de 2013

domingo, 14 de abril de 2013

Labirinto... cada um tem o seu


Essa sou eu...

Aos meus caros estranhos... Cada um tem o seu modo de pôr para fora aquilo que sente. O meu é escrevendo... é assim que demonstro quem sou. Nem sempre sou eu mesma nas minhas ações ou escolhas, mas quando tenho uma caneta nas mãos tudo ganha novo sentido e forma, com ela sei quem sou.
Nada de máscaras ou medos de demonstrar fraqueza.
Por isso lhes escrevo hoje, algumas semanas antes do aniversário de um ano da página, para me apresentar dignamente a vocês que leem aquilo que escrevo como uma forma de agradecer pela companhia. Escrevia como Sophie, pois era isso que buscava: a sabedoria contida no significado desse nome. Mas percebi há pouco tempo que não preciso ser Sophie, basta ser eu mesma.
Então, muito prazer, meu nome é Júlia, mas podem me chamar de Jú. Sophie era pseudônimo para me lembrar da segunda coisa mais valiosa no mundo e nunca me afastar dela: a Sabedoria.
Nada mudou, continuo sendo a mesma... apenas mais eu mesma agora.
Quem sou?
Uma criatura complicada e complexa, tão humana e cheia de falhas como qualquer outro. Sou aquela que sempre acreditará na luz do fim do túnel quando se está disposto a ter coragem suficiente para vê-la. Sou mutável, volúvel ás vezes, passível de erros comuns. Amo sorvete e M&Ms, a vida, minha família e meus amigos, choro com filmes românticos e dramas.
Tenho medo constantemente e costumo envergonhar-me disso.
As únicas profissões que sigo é são ser aprendiz da vida e ser feliz.
Bem... essa é apenas uma pequena parte de mim que estou mostrando a vocês. A outra vocês já conhecem através dos textos. Obrigada por tudo e espero que não tenham ficado zangados.

Da sua amiga, J.

P.S.: hoje eu mostrei uma pequena parte de mim. Se quiserem, podem mostrar a de vocês também, ainda sou a mesma. Podem me encontrar no e-mail angelasophiesr@hotmail.com ou no face https://www.facebook.com/CoracaoClandestino para dar ideias de textos ou até mesmo pedir ou dar conselhos. Adoraria poder ajudar.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

"Não percebemos o privilégio de envelhecer com alguém" P.S Eu te amo(filme)

terça-feira, 9 de abril de 2013

Especial Teatro Mágico

Boa noite, Caros... Vocês se importam se eu fizer dois dias de Teatro Mágico no face? Será uma homenagem a uma banda que eu amo e cujas músicas são de uma profundidade incrível. Posso? 
Então tá. É só acessar https://www.facebook.com/CoracaoClandestino 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Primeiro de Abril?

O Senado é presido por um político corrupto...
A população morre de sede e fome, porque a verba pública é desviada...
A televisão manipula os pontos de vista da massa e aliena a população...
Cidadãos esperam durante horas em filas por atendimento médico...
Há pessoas vivendo na rua...
Há pessoas vivendo em mansões...
Há pessoas vivendo da renda dos programas do governo...
Há pessoas que não viveriam sem os programas do governo...
Esta noite uma criança estará se prostituindo para ganhar o pão...
O jornais são escritos com sangue...
A Comissão dos Direitos Humanos é presidida por um racista-homofóbico...
Seres humanos constroem bombas para matar a si mesmos...
Respeito tem se tornado apenas mais uma palavra sem grandes significados...
Muitos olham para as estrelas deslumbrados, mas não olham para si mesmos...
Lágrimas ocupam meus olhos enquanto escrevo isso...

NÃO ME VENHA COM DIA DA MENTIRA! Será que precisamos disso porque a verdade é muito dura?


Até breve, coração

Tenho um coração que pediu férias. Acho que todos algum dia pedem, embora nem sempre sejam atendidas, mas sempre amei tanto este coração que nunca realmente permiti que ele fosse. Um coração que pede um tempo não por medo de sofrer, mas por já ter sofrido e se decepcionado de tantos modos distintos e indescritíveis que simplesmente cansou de esperar e partiu depois de mais uma expectativa resultando em sofrimento.

Tirou férias para que a mente ficasse no comando por um tempo e organizasse a bagunça que ele deixou para trás. Justo? Nem tanto, mas coisas relacionadas ao coração geralmente não o são. E quando for a hora, ele vai voltar, descansado, paciente, mais sábio e disciplinado – se for possível -, mais maduro, embora espere que não perca a beleza de criança que sempre teve. Sim, ele arrumou as malas, levando apenas uns poucos pertences, saiu pela porta dos fundos para que não fosse visto e se aproveitassem de sua ausência, ao longo do caminho deixou caírem lágrimas que secariam como suas mágoas e lhe mostrariam o caminho de volta. Não teve toda pompa e glamour que merecia ou o drama que sempre gostou, apenas partiu, olhando para trás ao passar pela soleira da porta numa promessa muda: “Um dia eu volto, fica bem”.

Se tivesse ficado mais alguns segundos teria ouvido a Razão sussurrar por trás porta então fechada: "Promete?", mas ela sabia, ele sempre cumpria suas promessas.